O que é o Orbit
O Orbit é uma plataforma que você instala nos seus próprios servidores. Ele transforma uma máquina Linux limpa num lugar para rodar aplicações e bancos de dados, e te dá um console para isso, sem escrever manifests de Kubernetes nem scripts de shell.
O que roda onde
- O servidor principal: onde você roda o instalador. Ele guarda o plano de controle do Orbit (a API, o console e o banco de dados do próprio Orbit), o Kubernetes (K3s), o roteador Traefik que recebe o seu tráfego, o cert-manager para os certificados do Let's Encrypt e o BuildKit, que faz o build dos seus repositórios.
- Mais servidores: você pode adicionar servidores pelo console. Eles entram no mesmo cluster e rodam os serviços que você colocar neles.
- Suas aplicações e bancos: rodam como workloads do Kubernetes. Continuam atendendo enquanto o próprio Orbit reinicia ou se atualiza.
Como o Orbit trabalha com você
- Toda mudança é uma operação. Deploy, restore, mudança de recursos ou atualização rodam como uma operação com etapas, log e um resultado claro. Se o Orbit reiniciar no meio, a operação continua ou falha dizendo o motivo.
- Prévia antes de mudar. Mudar recursos, réplicas ou o runtime de um banco mostra antes o que isso reserva em cada servidor, como a mudança é aplicada e o que observar. Uma mudança que não cabe é bloqueada.
- O que você vê é o que foi observado. Os status vêm dos agentes dos servidores e do Kubernetes. Quando o Orbit fica um tempo sem notícias de um servidor, ele diz isso em vez de mostrar um status velho.
- Os limites são ditos. Cada tela diz o que um recurso não cobre. O que o Orbit não promete reúne tudo num lugar só.
Por onde começar
- Instale o Orbit num servidor.
- Crie um projeto e publique uma aplicação a partir do GitHub ou de uma imagem.
- Adicione um banco de dados e configure os backups dele.
- Leia Operando o Orbit e Atualizações antes de depender dele.