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Importar Docker Compose ​

O Orbit lê um arquivo Compose de um repositório (compose.yaml, compose.yml, docker-compose.yml ou docker-compose.yaml na raiz, ou um caminho que você informar) ou de um arquivo colado ou enviado, e mostra um plano para revisar antes de criar qualquer coisa.

O que ele cria ​

  • Bancos: imagens de PostgreSQL, MySQL (e MariaDB) e Redis (e Valkey) viram bancos gerenciados na versão que o Orbit roda. Eles começam vazios: os dados dos volumes do Compose não são migrados. Faça backup com a configuração antiga e restaure no banco novo se precisar deles.
  • Aplicações e workers: um serviço com porta vira uma aplicação, sem porta um worker. Um build: na raiz do repositório com o seu Dockerfile é compilado pelo Orbit a partir do repositório. O resto precisa de uma imagem de contêiner, que a revisão pede.
  • Variáveis: são copiadas, e nomes que parecem secretos viram segredos. Valores que apontam para um banco viram referências, e URLs que apontam para outro serviço são reescritas para o endereço dele dentro do ambiente.

O que ele não mantém ​

Volumes de aplicações, env_file, redes, privileged, capabilities, devices, secrets e configs do Compose. A revisão lista cada um, e as instâncias são definidas nas Configurações depois.

Depois da importação ​

Cada serviço é uma aplicação, worker ou banco comum. Nada os prende mais ao arquivo, então mudanças nele depois não são aplicadas.

Orbit by Cortex Labs